Poema à Lilith.
Sou o pecado e o abismo.
O medo profanado,
a doce escuridão,
o veneno mais sagrado
bebido com paixão.
O medo profanado,
a doce escuridão,
o veneno mais sagrado
bebido com paixão.
Sou o prazer desmedido,
o desejo na veia
o gozo enlouquecido
Da aranha na teia.
o desejo na veia
o gozo enlouquecido
Da aranha na teia.
Sou o segredo entre quatro paredes
A fome e a sede,
Sou o sangue, a vítima
e o algoz, sou a que
fala sem voz.
A fome e a sede,
Sou o sangue, a vítima
e o algoz, sou a que
fala sem voz.
Sou a devassidão,
a loucura e o ímpio
coração, Sou a mancha e a
mácula no colchão.
a loucura e o ímpio
coração, Sou a mancha e a
mácula no colchão.
Sou o vento e a destruição,
o olho do furacão,
A negra lua, a mulher
Nua sem redenção.
Sou a serpente e o Leão.
Sou a ousadia,
a atrevida,
Sou um anjo caído e cheia de vida.
o olho do furacão,
A negra lua, a mulher
Nua sem redenção.
Sou a serpente e o Leão.
Sou a ousadia,
a atrevida,
Sou um anjo caído e cheia de vida.
Fonte:Show de uma mulher só.

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