terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Sempre divaguei em meus pensamentos, mas por um breve momento isto mudou não mais devaneava na imensidão sem fim era você que invadia meu intimo solitário. Estávamos enfim, juntos, sozinhos, ainda, mas na solidão de uma multidão a dois.

Sim, foi num instante, um suspiro de furor. Então, lá estava eu, nós, naturalmente despidos, entregues aos sentimentos, vulneráveis, desejei a eternidade, um sono eterno. Mas foi o brilho voraz da minha janela, aqueles raios que penetram o espirito, que te puxam d’um mar revolto, e te acorda.


E, por fim, acordei, e tu... tu não estavas, fiquei, eu, novamente, sozinho.

t.m


A Dança

O vento de esperanças 
Quebra em uma tempestade 
Convulsão, tumultuada 
E ao longo transforma os sonhos 

Uma festa de falha 
No piso irregular 
Um display flagrante 
Da dança vulgar da vida 

Para a falsa promessa 
Espero 
Mas os ventos dizer a maré 
Talvez por esta estrada 
ninguém vai vir e pisar