quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Versos Inscritos numa Taça Feita de um Crânio


Não, não te assustes: não fugiu o meu espírito
Vê em mim um crânio, o único que existe
Do qual, muito ao contrário de uma fronte

viva,
Tudo aquilo que flui jamais é triste.
Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri;
Que renuncie a terra aos  ossos meus
Enche! Não podes injuriar-me; tem o verme
Lábios mais repugnantes do que os teus.
Onde outrora brilhou, talvez, minha razão,
Para ajudar os outros brilhe agora e;
Substituto haverá mais nobre que o vinho
Se o nosso cérebro já se perdeu?


   


Bebe enquanto puderes; quando tu e os teus
Já tiverdes partido, uma outra gente
Possa te redimir da terra que te  abraça,
E festeje com o morto e a própria rima tente.
E por que não? Se as frontes geram tal tristeza
Através da existência - curto dia -
Redimidas dos vermes e da argila
Ao menos possam ter alguma serventia

Lord Byron  (1788-1824)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Quero ser tonto e assustado






Era doce, mas acabou cedo demais. 
A alvorada chegou cruel, um punhal de luz. 
Acordou com dores só e cansado; cansado da dor. 
Cansado do dever. Quero chorar, pensou. 
Quero ser confortado, estou tão casado de ser forte. 
Quero ser tonto e assustado, por uma vez. 
Só um pouquinho, é tudo.... um dia .... uma hora



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Um coração pesado, não pode voar.


Há uma grande cura em um pedido de desculpas.

A vida é dura e não é para o fraco de coração.

Justiça, como a perfeição, é uma ilusão.

Amor dos outros deriva de um auto-amoroso.

A beleza é encontrada na simplicidade.

Incerteza é uma âncora pesada,

Desativação do navio.

Manutenção de registros de erros, quebra corações.

Livre do controle, o valor é perdido.

Pela escalada, no alto, pode-se ver longe.

Um coração pesado, não pode voar.

Um abraço pode ser combustível para uma pergunta maior.

Há danças de espírito, quando o coração está livre.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Se Eu Morrer Jovem


Se eu morrer jovem me enterre no cetim
Me deite em uma cama de rosas
Me afunde dentro do rio no amanhecer
Me mande embora com as palavras de uma canção de amor

A faca afiada de uma vida curta, bem
Eu tive apenas o tempo suficiente

E eu estarei vestindo branco quando entrar em vosso reino
Estou tão verde quanto o anel no meu dedo mindinho frio
Eu nunca tinha conhecido o amor de um homem
Mas com certeza pareceu bom quando ele estava segurando a minha mão
Há um rapaz aqui na cidade que diz que vai me amar para sempre
Quem teria pensado que o para sempre poderia ser interrompido




The Band Perry